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Técnica de reconstrução genital

Corporoplastia / Clitoroplastia

Técnica cirúrgica desenvolvida pelo Prof. Dr. Ubirajara Barroso Jr. para remodelação de estruturas eréteis em situações selecionadas de reconstrução genital.

A técnica é indicada a partir da avaliação individual da anatomia, da condição dos tecidos e dos objetivos da reconstrução. O planejamento busca realizar a correção necessária preservando, sempre que possível, estruturas relevantes para função, sensibilidade e vascularização.

01O que é

O que é a Corporoplastia / Clitoroplastia

Uma técnica de remodelação dos corpos cavernosos aplicada no contexto da reconstrução genital.

A Corporoplastia / Clitoroplastia foi desenvolvida para situações em que existe necessidade de reduzir, remodelar ou reposicionar estruturas eréteis.

Embora os termos estejam relacionados dentro da abordagem reconstrutiva, sua aplicação depende do contexto anatômico e da indicação de cada paciente.

Na clitoroplastia, o planejamento envolve especificamente a remodelação do clitóris e de seus corpos eréteis. Na corporoplastia, o princípio de remodelação dos corpos cavernosos pode ser empregado em outros contextos de reconstrução genital.

Por isso, a técnica não deve ser entendida como um procedimento único e padronizado, mas como uma abordagem adaptada à anatomia e à necessidade de cada caso.

02Princípio da técnica

Como a técnica é utilizada

O planejamento começa pela avaliação detalhada dos corpos cavernosos e das estruturas anatômicas adjacentes.

A partir dessa análise, é definida a extensão da remodelação necessária e a estratégia cirúrgica mais adequada para cada situação.

O objetivo é realizar a reconstrução respeitando estruturas importantes para:

  • Sensibilidade

    Preservação das estruturas relacionadas à percepção sensorial.

  • Vascularização

    Manutenção do suprimento sanguíneo necessário para a integridade dos tecidos.

  • Função

    Planejamento da reconstrução considerando as características funcionais das estruturas envolvidas.

A extensão da intervenção varia de acordo com a anatomia, a indicação e a complexidade de cada caso.

03Indicação

Avaliação e indicação

A indicação é individualizada e deve ser definida após avaliação especializada.

O planejamento pode considerar fatores como anatomia genital, desenvolvimento das estruturas eréteis, qualidade dos tecidos, intervenções anteriores e objetivo da reconstrução.

04Riscos e limites

Riscos e limites

Como em qualquer cirurgia de reconstrução genital, podem existir riscos relacionados à cicatrização, vascularização, sensibilidade, assimetria, alterações de contorno e necessidade de procedimentos complementares.

A evolução e os resultados variam entre pacientes e dependem das características anatômicas e da complexidade da reconstrução.

A técnica, seus limites e as alternativas disponíveis devem ser discutidos individualmente durante o planejamento cirúrgico.

05Produção científica

Produção científica

06Continuidade

Próximos passos para pacientes e médicos.

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